Não foram apresentadas propostas para a 3.ª e última fase da construção do Hospital Central e Universitário da Madeira, referente às “infraestruturas gerais, acabamentos e instalações técnicas”.
A Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas informa que nenhum dos cinco agrupamentos convidados a apresentar proposta respondeu positivamente ao convite efetuado. Nesta sequência, a Secretaria Regional esclarece que já está a analisar os motivos invocados pelos concorrentes para a não submissão de propostas de forma a definir os termos em que deverá ser lançado um novo procedimento.
Em fevereiro último, foram apurados cinco agrupamentos na sequência do concurso limitado por prévia qualificação para esta empreitada, os quais passaram à fase final do procedimento, tendo estes sido convidados a apresentar propostas.
Recorde-se que foram convidados a apresentar propostas os seguintes agrupamentos:
- Tecnovia Madeira, Sociedade de Empreitadas SA; AFAVIAS - Engenharia e Construções, S.A; HCI - Construções, S.A.
- ETERMAR - ENGENHARIA, S.A.; CASAIS - Engenharia e Construção, S.A.
- Teixeira Duarte - Engenharia e Construções, S.A.; TDGI Tecnologia de Gestão de Imóveis, S.A.; EPOS - Empresa Portuguesa de Obras Subterrâneas S.A.
- MOTA-ENGIL, ENGENHARIA E CONSTRUÇAO, S.A.; CAPSFIL - Carlos Augusto Pinto Dos Santos &
Filhos, SA
- ACA - Alberto Couto Alves, S. A.; RIM - Engenharia e Construções, SA; OMATAPALO - ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO S.A.
No passado mês de abril, a Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas decidiu prorrogar o prazo fixado para a apresentação das mesmas. Esta decisão foi tomada na sequência dos sucessivos pedidos de esclarecimento apresentados pelos agrupamentos concorrentes, conforme definido no Código dos Contratos Públicos.
Esta terceira fase da empreitada tinha um preço base de 265 milhões de euros e abrange as infraestruturas gerais, acabamentos e instalações técnicas da futura unidade hospitalar.
